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domingo, 17 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
sábado, 11 de junho de 2016
As pessoas são muito descuidadas nas redes sociais. Quando se apercebem, já pode ser tarde
Visão
Sabe como detetar se alguém está a fazer mau uso do que coloca no facebook? E o que fazer se alguém o perseguir na internet? Como pode um pai prevenir a proteção de um filho? O agressor pode estar no meio de nós e nunca estamos preparados para o que aí pode vir.
Luzia Pinheiro, 31 anos, investigadora no CECS (Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade) da Universidade do Minho, estuda há muitos anos os casos de agressão (cyberbullying) e perseguição (cyberstalking) através da internet. Continua a espantar-se com a facilidade com que as pessoas se expõem, “como se estivessem num reality show”, sem terem a mínima noção dos perigos que correm. E, conforme conclui na sua tese de doutoramento, “os efeitos são graves: além de perder a reputação, pode a vítima ser estigmatizada pela sociedade, auto estigmatizar-se, entrar em depressão e suicidar-se”. Como já aconteceu. E isto é algo que atravessa qualquer geração. Falamos com ela e ficamos mais alertados.
Porque é o cyberbullying ainda um tabú social?
As pessoas têm ainda vergonha de assumir que são vítimas. Os outros acham que elas é que não souberam lidar com aquilo. Ainda é muito julgado socialmente.
A tendência é para culpabilizar a vítima?
Sim. Mas há uma questão: a vítima pode ser completamente inocente, mas também pode ter alguma culpa, por ter sido ela a expor o conteúdo usado contra ela. Se tivesse sido mais cuidadosa, aquele conteúdo não existiria. Em ultima instância, a culpa é sempre do agressor, porque foi ele quem usou indevidamente o conteúdo.
Há redes sociais mais favoráveis a esses abusos?
Todas aquelas em que temos tendência a expor-nos, em que temos a ilusão de que é só nosso, mas que, na verdade, qualquer pessoa pode aceder. Sublinharia o facebook e o youtube. No youtube, publicam-se muitos vídeos pessoais. Quem quiser praticar cyberbullying tem ali todas as ferramentas de que precisa.
Quais os sinais de que estamos a ser vítimas de perseguição?
Temos de estar alerta sobre as sucessivas tentativas de entrada no nosso email e na nossa conta de rede social. A partir daí, podem ter inclusivamente o nosso número de telefone. Recebermos mensagens privadas de desconhecidos ou chantagens através de chats ou de alguém que criou um perfil que adicionamos num jogo online, por exemplo. A pressão normalmente é psicológica. Pode só querer chatear, mas também pedir que se dispa para uma câmara web. Recebermos avisos de que fomos identificados numa fotografia, que não foi tirada por nós. Relatos de amigos que nos contam que viram coisas que não fizemos. São sinais de que alguém se está a fazer passar por nós, que está a ter acesso aos nossos dados. Já me meteram num site de pornografia. Comecei a receber sucessivos pedidos de amizade no mensager. Estranhei e aceitei um deles. Pediu-me que me despisse e, então, percebi o que se estava a passar.
Esse é um caso de abuso. Pode ser considerado cyberbullying?
Pode, porque é público. O cyberbullying não precisa de ser praticado sempre pela mesma pessoa. Tem é de ser repetitivo: pode ser alguém a divulgar algo, que será republicado por outros. Ultrapassa o nível do abuso e começa a ser perseguição.
FAZER PRINT SCREEN E QUEIXA NA POLÍCIA
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
BURLAS ONLINE
Facebook
Hoje em dia a Internet e as aplicações móveis são utilizadas para um sem número de tarefas e negócios. Também contribui para isso a proliferação de smartphones e tablets no mercado, potenciando oportunidades e necessidades de recorrer à Web e, consequentemente, maior probabilidade de se ser vítima de crimes de burla online. Este crime pode ser praticado por indivíduos isolados ou em grupo, alinhados com o intuito de burlar os incautos principalmente nos negócios de compra e venda online.
Podem utilizar sites falsos, com propostas de negócio bastante vantajosas ou utilizar sites e aplicações já existentes para ludibriar as pessoas. Estas burlas têm relevado um ligeiro acréscimo nos últimos anos e passam principalmente por negócios de compra e venda de automóveis, aluguer de casas de férias, compra de viagens com tudo incluído ou empréstimos monetários.
Os conselhos da PSP passam por contactar apenas com sites e vendedores fidedignos (os quais garantam reembolso em caso de prejuízo) e não pagar adiantado em negócios online que podem não se confirmar na realidade. Nestes casos, ver para crer, por muito vantajoso que possa parecer o negócio!
domingo, 14 de fevereiro de 2016
TRÁFICO DE DROGA VIRTUAL
Facebook
A possibilidade de comprar e vender narcóticos ilegais online é perturbadoramente fácil, comum e complexo de controlar. Estes negócios de tráfico de droga virtual acontecem para lá do normal surface, comum à maioria dos utilizadores, e têm lugar na dark net e deep web: o submundo da Internet. Por exemplo, Ross Ulbricht, o criador de um dos maiores sites da “Internet de mercado negro” de nome Silk Road, foi recentemente condenado a prisão perpétua. A criptomoeda Bitcoin ajudou ao desenvolvimento deste site. Num par de anos, o Silk Road recebeu mais de 1,5 milhões de compras e este facto é paradigmático no que toca ao fruto proibido de traficar droga online.
DESPEJO DE DADOS EM MASSA
Facebook
Em 2015, um despejo massivo de dados pessoais a partir do site de encontros extraconjugais Ashley Madison trouxe à reflexão a dificuldade de não se conseguir manter nada em segredo na Internet. Cerca de 37 milhões de contas foram envolvidas e o escândalo teve projeção mundial.
Casos como Edward Snowden ou WikiLeaks são também paradigmáticos sobre esta realidade. Os problemas com gigantescos depósitos de informação são muito reais e podem vir com consequências maiores que a humilhação pública. Com informações pessoais a circular para o público, tais como endereços, emails e números de cartões de crédito, os utilizadores comuns também podem ser vítimas destes despejos digitais e enfrentar um risco significativo de perseguição criminosa, fraude e até extorsão.
CHANTAGEM COM DADOS ONLINE
Facebook
Alguns hackers não pretendem apenas apropriar-se das suas informações e dados pessoais: eles querem manter refém essa informação. Usando ransomware, criminosos cibernéticos podem infetar o seu computador com um vírus lock-out, impedindo-o de ter acesso aos seus arquivos pessoais. Quer voltar a ter acesso? Tem pagar o seu preço, pois eles levam a cabo o crime de chantagem e extorsão.
Há relatos de casos em que grupos de hackers fazem estimativas e forçam as vítimas (empresas ou particulares) a pagar para ter os seus próprios dados desbloqueados. Usando Bitcoins, uma criptomoeda popular no submundo da Internet, solicitam pagamentos virtualmente indetetáveis.
ROUBO ONLINE DE IMPRESSÕES DIGITAIS
Facebook
Os scanners e sistemas de segurança de leitura de impressões digitais são seguros? Pense de novo! Sempre que há um avanço positivo na tecnologia, parece haver um avanço criminal para a igualar ou superar. Usando a tecnologia contra a tecnologia, os criminosos podem usar câmaras de alta resolução para tirar uma foto de alta resolução do seu dedo e construir uma cópia. Existe também software que consegue piratear os acessos ao IOS e ao Android, falsificando impressões digitais que dão acesso aos aparelhos.
A rede de hackers Chaos Computer Club, por exemplo, provou isso mesmo ao clonar a impressão digital de um político alemão, utilizando uma foto conseguida numa entrevista pública. Em abril de 2015, mais de 5,6 milhões de registos de impressões digitais foram roubadas do Escritório Federal de Gestão de Pessoal nos EUA. Os hackers tiveram como alvos a obtenção de ID e habilitações de segurança da informação, números de segurança social e outras informações pessoais de funcionários do Governo dos EUA.
As passwords e passphrases longos e complexos podem ser um aborrecimento para se lembrar, mas ao contrário de uma impressão digital, pelo menos são fáceis de alterar em caso de risco...
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
FURTO TECNOLÓGICO DE VIATURAS
Facebook
Com o desenvolvimento da tecnologia do setor automóvel, muitos carros podem ser desbloqueados apenas com um botão na porta ou no tablier ou com chaves automáticas de longo alcance. Isso soa conveniente, mas para quem? Acontece que os ladrões de carros também podem tirar proveito desta tecnologia. Se estiver perto do seu veículo, dentro de uma loja de café ou até mesmo na sua casa, outra pessoa pode ter a mesma frequência da sua chave e simplesmente abrir a porta e furtar objetos de valor no interior da viatura ou mesmo a viatura em si.
Dispositivos como bloqueadores de sinal ou “jammers” ativam um campo magnético que impedem que a viatura se tranque, ficando esta à mercê de criminosos que, assim, fazem o furto tranquilamente. Outros aparelhos há que detetam que tipo de objetos tecnológicos de valor se encontram dentro da viatura, através da leitura de sinais emitidos.
Os conselhos da PSP passam por estacionar sempre em locais públicos e iluminados, certificar-se que a viatura fica efetivamente trancada, utilizar aparelhos imobilizadores de volante e embraiagem, NUNCA deixar objetos de valor no interior da viatura e, em caso de dúvida ou azar, ligar 112 ou contactar a Esquadra da PSP mais próxima.
Com o desenvolvimento da tecnologia do setor automóvel, muitos carros podem ser desbloqueados apenas com um botão na porta ou no tablier ou com chaves automáticas de longo alcance. Isso soa conveniente, mas para quem? Acontece que os ladrões de carros também podem tirar proveito desta tecnologia. Se estiver perto do seu veículo, dentro de uma loja de café ou até mesmo na sua casa, outra pessoa pode ter a mesma frequência da sua chave e simplesmente abrir a porta e furtar objetos de valor no interior da viatura ou mesmo a viatura em si.
Dispositivos como bloqueadores de sinal ou “jammers” ativam um campo magnético que impedem que a viatura se tranque, ficando esta à mercê de criminosos que, assim, fazem o furto tranquilamente. Outros aparelhos há que detetam que tipo de objetos tecnológicos de valor se encontram dentro da viatura, através da leitura de sinais emitidos.
Os conselhos da PSP passam por estacionar sempre em locais públicos e iluminados, certificar-se que a viatura fica efetivamente trancada, utilizar aparelhos imobilizadores de volante e embraiagem, NUNCA deixar objetos de valor no interior da viatura e, em caso de dúvida ou azar, ligar 112 ou contactar a Esquadra da PSP mais próxima.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
EXTORSÃO SEXUAL ONLINE
Facebook
Tal como a pornografia de vingança, a extorsão sexual online é uma cruel realidade hoje em dia. Digamos que é um crime que advém da pornografia de vingança, pois é dada à vítima a hipótese de evitar que os conteúdos privados vão parar à Internet, se a vítima fizer pagamento de avultada quantia em dinheiro.
É um dilema, pois à boleia da devassa da vida privada, a vítima mesmo que efetue pagamento não consegue ter a certeza absoluta que os seus conteúdos privados não cairão no espaço cibernético. Os crimes de chantagem e extorsão estão aqui presentes e a vítima é deixada numa condição de enorme fragilidade, exposição e trauma.
Os conselhos da PSP passam por não colocar online nem enviar conteúdos que possam prejudicar se forem publicamente expostos, nomeadamente fotos íntimas ou vídeos. Ou seja, manter fora da esfera digital o que é privado! Optar, também, por não entrar em pânico caso seja vítima deste crime, nem efetuar pagamentos imediatos.
Tal como a pornografia de vingança, a extorsão sexual online é uma cruel realidade hoje em dia. Digamos que é um crime que advém da pornografia de vingança, pois é dada à vítima a hipótese de evitar que os conteúdos privados vão parar à Internet, se a vítima fizer pagamento de avultada quantia em dinheiro.
É um dilema, pois à boleia da devassa da vida privada, a vítima mesmo que efetue pagamento não consegue ter a certeza absoluta que os seus conteúdos privados não cairão no espaço cibernético. Os crimes de chantagem e extorsão estão aqui presentes e a vítima é deixada numa condição de enorme fragilidade, exposição e trauma.
Os conselhos da PSP passam por não colocar online nem enviar conteúdos que possam prejudicar se forem publicamente expostos, nomeadamente fotos íntimas ou vídeos. Ou seja, manter fora da esfera digital o que é privado! Optar, também, por não entrar em pânico caso seja vítima deste crime, nem efetuar pagamentos imediatos.
FURTO DE SMARTPHONE OU TABLET
Facebook
Hoje em dia parece que não basta ter um simples telemóvel. A proliferação de smartphones e tablets no mercado levam o Barómetro de Telecomunicações da Marktest a concluir que em 2016 mais de metade da população portuguesa tem smartphone ou tablet. Por todas as funcionalidades "all in one" que oferecem e pela diversidade, utilidade e volume de negócios das aplicações móveis, estes aparelhos não só fazem parte do quotidiano como se tornaram objetos indispensáveis e centrais no dia a dia das pessoas, empresas, instituições e negócios.
Quase uma extensão das mãos, perdê-los ou ser vítima de furto ou roubo é sinónimo de enorme transtorno psicológico e dano económico/patrimonial, pois para além dos contactos há inúmeras informações preciosas nestes terminais móveis: informação bancária, redes sociais, dados pessoais, médicos, profissionais, entre outros. Pelo seu valor, são alvos apetecíveis para os amigos do alheio.
Os conselhos da PSP passam por uma redobrada atenção e proteção dos seus bens em todas as alturas e locais, a instalação de software de localização do aparelho e, em caso de perda, furto ou roubo, denúncia imediata à PSP. A denúncia à PSP de um número único de referência do aparelho (IMEI, por exemplo) permite que o sistema informático da PSP identifique de imediato a sua proveniência caso seja encontrado mais tarde, seja onde for
Hoje em dia parece que não basta ter um simples telemóvel. A proliferação de smartphones e tablets no mercado levam o Barómetro de Telecomunicações da Marktest a concluir que em 2016 mais de metade da população portuguesa tem smartphone ou tablet. Por todas as funcionalidades "all in one" que oferecem e pela diversidade, utilidade e volume de negócios das aplicações móveis, estes aparelhos não só fazem parte do quotidiano como se tornaram objetos indispensáveis e centrais no dia a dia das pessoas, empresas, instituições e negócios.
Quase uma extensão das mãos, perdê-los ou ser vítima de furto ou roubo é sinónimo de enorme transtorno psicológico e dano económico/patrimonial, pois para além dos contactos há inúmeras informações preciosas nestes terminais móveis: informação bancária, redes sociais, dados pessoais, médicos, profissionais, entre outros. Pelo seu valor, são alvos apetecíveis para os amigos do alheio.
Os conselhos da PSP passam por uma redobrada atenção e proteção dos seus bens em todas as alturas e locais, a instalação de software de localização do aparelho e, em caso de perda, furto ou roubo, denúncia imediata à PSP. A denúncia à PSP de um número único de referência do aparelho (IMEI, por exemplo) permite que o sistema informático da PSP identifique de imediato a sua proveniência caso seja encontrado mais tarde, seja onde for
PORNOGRAFIA DE VINGANÇA
Facebook
Hoje em dia, é do senso comum saber-se que, uma vez que algo é publicado online, não é possível voltar atrás. Mas às vezes o cidadão comum não é o único a publicar informação de livre vontade. Há uma tendência recente chamada "pornografia de vingança" (revenge porn), em que imagens e vídeos de nudez e cariz sexual são enviados por ex-parceiros íntimos para causar humilhação e/ou obter lucro. Alguns países já têm leis que proíbem este crime incrivelmente humilhante e prejudicial à reputação e imagem de uma pessoa.
Uma sanção penal exemplar é necessária e merecida para indivíduos que fazem o upload ilegal dessas imagens e vídeos. No entanto, há destinos de vítimas que já estão traçados, porque as imagens e vídeos sexuais podem ser acompanhados de outras informações pessoais. A vida das vítimas pode ser prejudicada para sempre, a partir de exposição a cyberstalking, ameaças, extorsão, chantagem e dificuldades em encontrar emprego pela reputação manchada.
Os conselhos da PSP passam por não colocar online nem enviar conteúdos que possam prejudicar se forem publicamente expostos, nomeadamente fotos íntimas ou vídeos. Ou seja, manter fora da esfera digital o que é privado!
Hoje em dia, é do senso comum saber-se que, uma vez que algo é publicado online, não é possível voltar atrás. Mas às vezes o cidadão comum não é o único a publicar informação de livre vontade. Há uma tendência recente chamada "pornografia de vingança" (revenge porn), em que imagens e vídeos de nudez e cariz sexual são enviados por ex-parceiros íntimos para causar humilhação e/ou obter lucro. Alguns países já têm leis que proíbem este crime incrivelmente humilhante e prejudicial à reputação e imagem de uma pessoa.
Uma sanção penal exemplar é necessária e merecida para indivíduos que fazem o upload ilegal dessas imagens e vídeos. No entanto, há destinos de vítimas que já estão traçados, porque as imagens e vídeos sexuais podem ser acompanhados de outras informações pessoais. A vida das vítimas pode ser prejudicada para sempre, a partir de exposição a cyberstalking, ameaças, extorsão, chantagem e dificuldades em encontrar emprego pela reputação manchada.
Os conselhos da PSP passam por não colocar online nem enviar conteúdos que possam prejudicar se forem publicamente expostos, nomeadamente fotos íntimas ou vídeos. Ou seja, manter fora da esfera digital o que é privado!
ROUBO ONLINE DE CRÉDITO
Facebook
Perder a carteira ou tê-la roubada ou furtada sempre foi uma dor de cabeça. Mas até aqui isso podia ser amenizado com o cancelamento dos cartões de crédito e débito. Infelizmente, há golpistas online que descobriram uma nova forma de serem carteiristas do “dinheiro de plástico" onde depositamos as nossas poupanças, capturando apenas os números que introduziu para fazer uma compra online. Pode levar algum tempo para perceber o que aconteceu, pois o seu cartão não desaparece: o dinheiro nele sim.
Em todo o mundo, há astronómicas fraudes de cartão de crédito e prejuízos avultados a cada ano. Para piorar, os vigaristas perceberam que podem fazer pequenas compras para evitar suspeitas dos portadores de cartões e dos bancos. Agora multiplique-se isso pela capacidade de fazê-lo com milhares/milhões de cartões, com uma estratégia concertada de hacking online. A possibilidade de realizar operações bancárias em casa (Internet) ou pelo smartphone veio trazer também riscos, caso não esteja protegido.
Os conselhos da PSP passam por utilizar um cartão de crédito com plafond baixo para compras online, atualização de anti-vírus e fire wall, permanente monitorização do extrato bancário, utilizar apenas sites fidedignos para compras online, utilizar passwords complexas, ir alterando a password e, em caso de suspeita, cancelar a conta e efetuar denúncia nas autoridades.
Perder a carteira ou tê-la roubada ou furtada sempre foi uma dor de cabeça. Mas até aqui isso podia ser amenizado com o cancelamento dos cartões de crédito e débito. Infelizmente, há golpistas online que descobriram uma nova forma de serem carteiristas do “dinheiro de plástico" onde depositamos as nossas poupanças, capturando apenas os números que introduziu para fazer uma compra online. Pode levar algum tempo para perceber o que aconteceu, pois o seu cartão não desaparece: o dinheiro nele sim.
Em todo o mundo, há astronómicas fraudes de cartão de crédito e prejuízos avultados a cada ano. Para piorar, os vigaristas perceberam que podem fazer pequenas compras para evitar suspeitas dos portadores de cartões e dos bancos. Agora multiplique-se isso pela capacidade de fazê-lo com milhares/milhões de cartões, com uma estratégia concertada de hacking online. A possibilidade de realizar operações bancárias em casa (Internet) ou pelo smartphone veio trazer também riscos, caso não esteja protegido.
Os conselhos da PSP passam por utilizar um cartão de crédito com plafond baixo para compras online, atualização de anti-vírus e fire wall, permanente monitorização do extrato bancário, utilizar apenas sites fidedignos para compras online, utilizar passwords complexas, ir alterando a password e, em caso de suspeita, cancelar a conta e efetuar denúncia nas autoridades.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
ROUBO DE IDENTIDADE DIGITAL
Facebook
Nas redes sociais existe a possibilidade de usurpação de perfis. Esta forma de roubo de identidade está a crescer e normalmente é utilizada para extorquir dinheiro à rede de amigos, fazendo-se passar por alguém conhecido em dificuldades. Também existem casos em que é furtado o perfil de Facebook (ou outras redes sociais) e depois as pessoas são chantageadas: ou pagam ou a sua reputação ficará arruinada. Os suspeitos, à luz da Lei, podem ser condenados por extorsão, dano informático ou devassa da vida privada.
Os conselhos da PSP passam por evitar “amigar” desconhecidos nas redes sociais, instalar software anti-malware e uma maior preocupação com a privacidade e com os dados que se colocam publicamente online.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
CIBER PERSEGUIÇÃO
Facebook
A par do ciber bullying, a ciber perseguição (ou cyber stalking) é uma realidade cada vez mais comum. Consiste em seguir e monitorizar a vida e os passos de alguém no ciber espaço (redes sociais ou blogosfera), de forma obcecada e metódica, para depois transpor essa perseguição para a realidade e obter vantagem sobre a vítima (monetária, sexual ou outra).
Há relatos de anónimos mas também de figuras públicas vítimas deste transtorno, pois o seu sentimento de insegurança cresce exponencialmente e acabam por viver o quotidiano com medo e privados da sua liberdade.
CIBER BULLYING
Facebook
O ciber bullying, também conhecido como bullying online, tem sido objeto de inúmeras referências mediáticas. Os avanços tecnológicos e as plataformas Web como as redes sociais têm proporcionado uma nova alavanca para um problema antigo, que particularmente causa impacto a crianças e jovens em idade escolar.
Esta nova era de ciber bullying é ainda mais preocupante porque pode acontecer 24/7, em tempo real e até de forma anónima. Uma criança ou jovem não deve ser alvo de ataque digitais com comentários cruéis, imagens obscenas e ameaças.
SÉRIE 13-13: 13 CRIMES QUE NÃO EXISTIAM HÁ 13 ANOS
Facebook
As coisas mudaram. Seja pela transversalidade da tecnologia nos dias de hoje, a quantidade de tarefas diárias que são possíveis fazer pela Internet ou a proliferação de smartphones, tablets e aplicações móveis, há uma nova realidade.
À boleia, chegam novos crimes e riscos. Eram inimagináveis no início do milénio e outros nunca poderiam ter sido feitos à escala que são hoje. No âmbito do Dia da Internet Mais Segura (9 de fevereiro) vamos nos próximos dias dar a conhecer 13 novos crimes e riscos que não existiam há 13 anos e respetivos conselhos e medidas de auto proteção.
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